Retrô 2013 - Hello 2014

by - janeiro 03, 2014

Imagem: We heart it 

Tá, eu me rendo. Farei uma retrospectiva do ano passado e listarei as metas para 2014. Me rendo porque eu não gosto muito de fazer retrospectivas, já que não acontece muita coisa na minha vida. Sim, meus caros, minha vida é um completo marasmo e eu não terei muito o que contar aos meus netinhos. Mas ok, tentarei sugar da minha mente o que houve de menos irrelevante em 2013 e cuspir as metas que com certeza não serão cumpridas em 2014.

Bem ao estilo Já Matei Por Menos e visto também no So Contagious, vamos lá!

Metas para 2014:
  • Engordar - É, pois é, enquanto todo mundo sonha com uns dois quilinhos a menos, eu sonho com dez quilos a mais. Endocrinologista e nutricionista serão meus melhores amigos agora e que, por misericórdia, eles não me venham com "você não tem tendência a engordar". 
  • Reclamar menos - Eu devo ter algum problema, alguma crise existencial, porque nada pra mim tá bom. Eu VIVO pra reclamar. Reclamo do trabalho, da minha casa, dos meus pais, do namorado, do meu peso (e continuarei porque me sinto mal com ele), do barulho na casa da vizinha, da minha rua fofoqueira, ufa, de tudo. Preciso me livrar desse mal, sério, me sinto tão estúpida quando percebo que minhas reclamações não valem de nada, não me levam a lugar nenhum. Em vez de achar tudo uma merda, me policiarei para não absorver o que me faz mal e contar de um até dez quando algo me tirar do sério. Acordarei com menos fios brancos todas as manhãs. 
  • Gastar menos - Eu entrei direto no beco sem saída dos juros do cartão de crédito. Essa vida não é de Deus e eu preciso me livrar logo disso. O que eu quero e o que eu preciso são coisas completamente diferentes e inversamente proporcionais. Em 2014 eu pretendo juntar money para as coisas realmente significativas. E isso não inclui comer fora toda semana. Quase metade do meu salário vai embora com comida.
  • Tirar a CNH - Já passou da hora, eu sei, mas é que sempre tive muita pena de gastar quase mil reais com autoescola e exames no Detran. Não dá uma pão durice? Mas o negócio é que agora a coisa ficou séria, tô precisando muito. Moro (MUITO) longe de toda a minha vida profissional e universitária e, caso soubesse dirigir, o tempo gasto com locomoção seria reduzido drasticamente. 
  • Dormir - Não que eu não durma, mas devido a minha vida louca de usuária de ônibus que demoram uma eternidade pra passar, quase não tenho tempo pra dormir. O que tem a ver? Vejam bem: Quando meu pai vai de carro me buscar na faculdade, levamos cerca de 20 minutos para chegar em casa. Saio de lá às 22:00 e às 22:20 já estou pronta para um banho relaxante. Quando ele não vai e eu preciso pegar 3 (isso mesmo, 3) ônibus, levo cerca de 2 horas pra chegar em casa. Ou seja, o que era 22:20 vira 00:00 e eu ainda preciso tomar banho, comer, ver se tem alguma coisa pra fazer no outro dia e ligar pro namorado. E aí que eu preciso estar de pé as 05:00 da matina. E aí que minhas olheiras estão assustando as crianças com as quais eu trabalho. E aí que eu preciso me policiar para dormir o máximo que puder nas horas vagas e nos finais de semana, deixando essa internet idiota e lado. Pelamor!
  • Curso de inglês - É, já tá ficando feio. Tô doida pra ler livrinhos em inglês e não sei. Que ódio! Acho lindo todo mundo poliglota e eu com meu português ruim. Damn! Shit! Fuck!
  • Escrever mais - Sou daquelas doidas que tem surtos criativos na parada do ônibus enquanto vê um cachorro atravessar a rua. O problema é que se eu não anotar o pensamento logo, ele se vai na mesma velocidade em que veio. Por isso decidi que este ano não terei agenda. Uma amiga me deu um moleskine bonitinho, onde anotarei meus compromissos, e eu comprei um caderninho pequeno de 96 folhas que usarei para tudo o que se passar na cachola: trechos de livros, música, quotes de pensadores, recortes de revistas e jornais, doideiras minhas. Quero continuar mantendo o blog atualizado, o que significa escrever mais. Darei um jeito de enviar mais matérias para a Revista 21, o que significa escrever mais. Tentarei dar início ao roteiro de um curta-metragem que já bate na minha região craniana há séculos, mas nunca foi pro papel, o que significa que eu não sei se farei em 2014. Mas fica como meta não cumprida caso chegue dezembro e nenhuma folha do word tenha sido aberta. 
  • Ser uma pessoa mais informada - Eu gosto muito de ler, de fuçar a internet, ouvir música, ver vídeo no Youtube, mas acho que estou fazendo isso errado. Quase nunca acompanho as coisas ditas "do momento". Eu não leio os livros do ano, não ouço os discos do ano, não sei quem são os autores, diretores e atores do ano. Passei séculos pra ver aquele tal do rei do camarote e levei bronca do meu professor: "você precisa estar bem informada, afinal é uma futura publicitária". Faço pesquisas de coisas que eu gosto e não necessariamente elas se encaixam com as das pessoas que rondam a minha timeline. Mas isso precisa mudar. Sou publicitanda (^^) e preciso mesmo me embriagar de informações que, pessoalmente, podem não me fazer um cafuné legal, mas profissionalmente pode ser uma boa. 
  • Ser uma pessoa melhor - E isso implica em ajudar mais os outros, conhecer mais a mim mesma (sim, nós sempre temos muito o que aprender com nós mesmos), prestar mais atenção e extrair das pessoas o que elas tem de melhor, não de pior. 
O bacana de 2013:
  • Rodízio de Sushi - (Eu falei que não tinha nada de interessante pra contar) Meu primeiro rodízio de sushi com os amigos da faculdade. Foi tão legal! Huuuuummmm!
  • Me dar bem da faculdade - Neste último período aconteceu algo inédito no show de Trumariany. Ela tirou 10 em todas as provas finais. Olha que gracinha ^^ Mas sério, não acho que isso seja grande coisa, já que eu detesto esse sistema que mede o aluno por uma mísera prova. Mas como eu não tenho muita coisa pra contar, vai essa mesmo. 
  • Virei adulta - Sei lá, senti as responsabilidades baterem nas minhas costas com toda força. E não, não achei ruim. Ok que por dentro eu me sinto como uma little girl de 14 anos (e por fora também, já que eu não pareço ter 24, quén!), mas eu não sou e acho que esse ano as coisas acocharam mais. Me sinto bem com isso, mostra que eu, intimamente, já posso completar 15 anos.
O deprê de 2013:
  • Não vi o amor - Não vi o Felipe, o que me entristeceu muito. Mentira, na verdade eu vi. Mas foi tão no início, mas tão no início, que nem conta. E, mesmo assim, só voltei a vê-lo agora, depois de um ano. Nunca mais passo um ano sem vê-lo. Farei com que essa distância "Recife-São Paulo" se torne cada vez menor, nem que eu tenha que vender um rim pra comprar a passagem. Mas acho que não será necessário. Lembram quando eu falei lá em cima que meu dinheiro será investido em coisas relevantes, então, pensava em passagens de avião.
  • Reclamei demais - E isso já encheu o saco. Tá calor, tá calor. Tá frio, tá frio. Ponto final, vida que segue. Parou o nhénhénhé.
E vocês, o que viveram em 2013 e o que gostariam de viver em 2014? 

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3 comentários

  1. Eu sou mega reclamona como você, Mari! hahah E, olha, pelas fotos eu não diria que você precisa engordar muito não xD
    Beijo e um ótimo ano! :*
    Reenoceronte

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  2. Eu sou a Maria reclamona e acho que isso é um vício/mania.
    Tem gente que tem mania de falar de séries, filmes em redes sociais por exemplo, eu é reclamar, do frio, calor, pessoas, de mim mesma.
    Eu também senti as responsabilidades baterem na minha porta, e algumas bateram bem forte, mas foi bom.
    Espero que tu consigas cumprir suas metas, eu nem faço mais.

    Beijos

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